Melanie C aposta no eletropop em "Sweat", novo álbum de inéditas
A espera acabou! Os fãs de Melanie C têm motivos para comemorar. Lançado no dia 1º de maio, "Sweat" chega às plataformas com uma proposta mais dançante, seguindo a linha do elogiado "Melanie C".

Melanie C aposta no eletropop em “Sweat”, novo álbum de inéditas
A espera acabou! Os fãs de Melanie C têm motivos para comemorar. Lançado no dia 1º de maio, “Sweat” chega às plataformas com uma proposta mais dançante, seguindo a linha do elogiado “Melanie C”.
Neste novo trabalho, Mel parece decidida a mergulhar de vez no universo dance, um dos mais celebrados pelo público LGBT. Contudo, o álbum não alcança o mesmo nível de empolgação do anterior, que entregava uma sequência de hits viciantes e excelentes logo na primeira escuta, como nas faixas “Who I Am”, “Blame It on Me”, “In and Out of Love”, “Into You” e “Touch Me”.
Aqui, os destaques existem e funcionam. A faixa-título “Sweat” é energética e perfeita para playlists de treino; “Drum Machine” aposta em estética, impacto visual e uma produção impecável; enquanto “Free to Love” apresenta elementos de house, gênero que está novamente em alta (amo os anos 90).
Entretanto, no conjunto, senti falta daquele “fator X” viciante que fazia o álbum anterior grudar na cabeça. Um fato é inegável: Mel faz tudo muito bem no que se propõe. E, mesmo que este trabalho não seja tão impactante quanto o anterior, ainda assim soa melhor do que grande parte do que toca nas rádios atualmente, com nomes como Taylor Swift, Sabrina Carpenter e Olivia Rodrigo.
Mesmo sem atingir um público massivo, Mel entrega qualidade, meus caros leitores, e isso ninguém pode tirar dela. Em setembro, a diva deve cair na estrada com sua nova turnê, prometendo mais um capítulo de sucesso em sua carreira.
Álbum “Sweat”
Avaliação pílula crítica: 💿💿💿
- Melanie C
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Alvaro Costa
Alvaro é doutor em História pela UNIOESTE, com doutorado-sanduíche na UNAM, no México. Formou-se em Letras Português/Espanhol, Bacharelado em História e Comunicação Social (Jornalismo) pela UEPG, em Ponta Grossa. Autor do livro E quando a ficção se torna realidade?, atua há mais de uma década na intersecção entre história, literatura, mídia e cultura. É o editor-chefe e único autor do lançamento da Cápsula Crítica.
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